SEX, 21 de mai / 2010

Alcoa Alumínio condiciona nova unidade no Pará ao preço da energia

A Alcoa Alumínio SA avalia a possibilidade de implantar nova unidade de redução de alumina em alumínio primário no Pará, segundo o presidente da empresa no Brasil, Franklin Lee Feder. Os investimentos na nova unidade somariam cerca de US$ 3 bilhões, considerando US$ 10 mil por tonelada e capacidade de produção de 300 mil toneladas.

A decisão sobre fazer ou não o investimento dependerá de a empresa conseguir energia a preço competitivo, que, na avaliação do executivo, seria da ordem de US$ 25 por MWh. "Energia é uma questão crucial para a indústria do alumínio. Temos conversado com o governo, e estamos otimistas", disse.

Se a Alcoa optar por instalar nova unidade de produção de alumínio primário, poderá buscar participação em Belo Monte, como autoprodutora. "Estamos concluindo duas hidrelétricas. A unidade de Serra do Facão começou a produzir energia recentemente e a de Estreito dará início às suas atividades em fevereiro de 2011?, revelou.

Mas as conversas com o governo sobre o preço da energia ultrapassam a discussão sobre ter ou não uma nova unidade de alumínio primário no País. A matriz da empresa vem solicitando estudos a respeito do fechamento de unidades no Norte do Brasil. "Nossa unidade em São Luís (MA) está entre as mais caras do sistema Alcoa em todo o mundo", afirmou Lee Feder. A opção pelo fechamento de unidades dependerá da oferta de energia e do preço do alumínio.

"Teríamos fechado a unidade de Poços de Caldas (MG) se não fôssemos autoprodutores", disse. O Brasil responde por uma parcela de 20% a 25% do total dos ativos de alumínio da Alcoa no mundo. Segundo o executivo, a Alcoa tem buscado investimentos no Oriente Médio, principalmente na Arábia Saudita, onde o preço da energia é mais competitivo.

Fonte: Agência Estado

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