SEX, 10 de jan / 2014

Hyundai e Toyota são as marcas que mais cresceram em 2013

Hyundai e Toyota foram as marcas que mais cresceram e ganharam participação de mercado no Brasil em 2013. As duas contribuíram para a tendência de desconcentração da parte de cima do ranking, onde as quatro maiores fabricantes de veículos leves do País continuaram a ceder espaço para quem vem de baixo. Fiat, Volkswagen, General Motors e Ford (nesta ordem), que já dominaram quase 80% das vendas, pela primeira vez na história recente fecharam o ano com menos de 70% do mercado. Elas venderam 67,44% dos carros e comerciais leves comprados, índice 3,35 pontos porcentuais abaixo do registrado em 2012.

Sem lançamentos expressivos no ano passado, Fiat e Volkswagen conseguiram manter a liderança e vice, mas estiveram entre as marcas que mais perderam terreno em 2013. Na primeira posição, as vendas da Fiat recuaram quase 9% e a participação de mercado desceu 1,75 ponto porcentual, para 21,3%. Já a vice-líder Volkswagen foi a campeã de perda de mercado em 2013: os emplacamentos da marca declinaram 13,2% e o market share ficou em 18,6%, pela primeira vez abaixo dos 20% e 2,5 pontos menor do que no ano anterior.

Entre as quatro grandes, General Motors e Ford conseguiram fechar o ano no campo positivo. Após a renovação de todo seu portfólio em 2011 e 2012, a GM colheu os frutos de sua estratégia com crescimento modesto de 1,1%, mas ainda acima da queda média de 1,5% do mercado de veículos leves em 2013. Assim a marca Chevrolet recuperou quase meio ponto porcentual do market share perdido nos anos anteriores, ficando com 18,1% das vendas nacionais. A Ford, graças ao sucesso das novas gerações do EcoSport e New Fiesta, também recuperou terreno em 2013, com participação 0,45 ponto maior, de 9,3%, e expansão dos emplacamentos de 3,5%.

Ascensão

A Hyundai com sua bem-sucedida linha HB20 foi a marca que mais cresceu e ganhou mercado em 2013. A expansão das vendas foi de vistosos 96,5%, fazendo o market share avançar quase três pontos de um ano para outro, terminando o ano muito perto de 6%, subindo da oitava para sexta posição no ranking.

Com o primeiro ano cheio de vendas do Etios, a Toyota aproveitou pela primeira vez a condição de participar do segmento de maior volume do mercado brasileiro. Por isso foi a segunda marca que mais cresceu em 2013, quase 55%, e mais ganhou participação: 1,8 ponto porcentual, para perto de 5% das vendas nacionais. Mas não mudou de lugar, permanecendo na sétima posição do ranking.

A Renault conseguiu contornar bem a paralisação de dois meses da produção para obras de ampliação em São José dos Pinhais (PR), que fez suas vendas caírem 2% pela primeira vez em anos recentes. Com preços competitivos, a marca segurou a quinta colocação no mercado de leves quase sem perder participação. Os 6,6% de share em 2013 representaram estabilidade em relação a 2012, mostrando que a Renault cumpriu sua meta de fazer em 10 meses o que faria em 12.

Desempenho surpreendente teve a Honda, que mesmo sem lançamentos e preços relativamente caros em relação à concorrência obteve crescimento das vendas de 3,2% em 2013, com participação de quase 4%. Contudo, a marca caiu de um ano para outro da sexta para a oitava posição do ranking. A Nissan, também sem novidades e com limitações de importações do México, anotou em 2013 o segundo maior tombo das vendas entre as marcas mais comercializadas no País. O recuo foi de 25,7% em relação a 2012, fazendo a participação de mercado recuar 0,7 ponto porcentual, para 2,2%.

A Citroën fecha o ranking das 10 marcas de veículos leves mais vendidas no Brasil, com expressiva queda nas vendas de 11,3% e pequena perda de 0,2 ponto de participação de mercado, que fechou o ano em 1,8%. O bem-sucedido novo compacto C3, lançado em 2012, sozinho não conseguiu sustentar os negócios da marca em alta. E o novo C4 Lounge só chegou para ajudar no segundo semestre.

Fora do ranking das 10, pior sorte teve a marca irmã da Citroën, a Peugeot, que terminou 2013 com declínio de 20,1% nas vendas. Apesar do lançamento do 208 no início do ano, a marca continuou a perder mercado: caiu 0,38 ponto, para 1,61% de participação, caindo assim da 11ª para 12ª colocação do ranking. Assim ficou atrás até da sempre discreta Mitsubishi, que subiu uma posição mesmo com recuo de 4% nos emplacamentos, ficando com 1,62% de market share.

Todas as outras marcas de veículos leves vendidas no Brasil têm participação de mercado inferior a 1%. As 10 mais comercializadas dominaram no ano passado 85,7% das vendas, porcentual ligeiramente abaixo dos 86,2% registrados em 2012. 

Crédito: Automotive Business/Renavam
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(Fonte: Automotive Business)

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TER, 07 de jul / 2020

O resgate do setor de ferramentaria

Por José Roberto Nogueira da Silva, o Bigodinho Coordenador do Segmento Automotivo da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT (CNM/CUT)

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