TER, 22 de mar / 2011

Para Alstom, projeto do trem de alta velocidade é viável para brasileiros

A francesa Alstom considera viável o projeto de trem de alta velocidade (TAV) que o Brasil desenhou, mas disse que a obra só sairá do papel se houver vontade política. "Pela nossa experiência, essa vontade é fundamental para que os projetos sejam implantados", diz Francois Lacôte, vice-presidente sênior Técnico da Alstom Transport. - Mesmo que o governo brasileiro mostre essa disposição, no entanto, ele garante que o TAV só estará pronto para entrar em funcionamento para as Olimpíadas de 2016 e, mesmo assim, se houver definições em breve. "Para a Copa de 2014 não dá mais tempo", diz. "Mesmo que começássemos este ano a construção, não haveria tempo hábil para entregar o projeto completamente pronto em três anos".

A companhia garante que, com base em sua experiência em projetos semelhantes em outros países, poderá cumprir as exigências previstas para implantação do TAV brasileiro. "Estamos preparados para atender as exigências do projeto, que conta com desafios ambientais similares ao percurso entregue à Coreia na década passada", diz Lacôte.

Segundo o executivo, a Alstom é líder global em trens de altíssima velocidade (AGV - a partir de 300 quilômetros por hora). Após confirmar um novo recorde mundial com esse tipo de veículo, alcançando 574,8 km por hora, no dia 3 de abril de 2007, a companhia lançou seu novo AGV, com velocidade comercial de 360 km por hora, em fevereiro de 2008.

A empresa vem produzindo trens de alta velocidade (TAV) desde 1978 e vendeu trens de altíssima velocidade para a Coréia do Sul (KTX), Espanha (AVE), entre outros na Europa (Thalys, Eurostar). Com seus trens pendulares (Pendolino), a Alstom conquistou parte maior no mercado do trem regional de altíssima velocidade.

Além disso, o grupo ocupa a segunda posição no segmento de transportes urbanos. Seus sistemas de metrô são usados em grandes capitais, incluindo Paris, Londres, Nova York, Washington, Caracas, Cingapura e Xangai. Um em cada quatro metrôs no mundo é atendido pela Alstom e a empresa desenvolveu também uma nova geração de VLT que já é utilizada em 33 grandes cidades do mundo, na França, Itália, Espanha, Irlanda, Alemanha, Austrália, Argélia e Tunísia. Um a cada três VLTs no mundo é fornecido pela Alstom. O departamento de Transporte da empresa emprega 25 mil funcionários em 60 países. No segmento de altíssima velocidade, o ano passado ainda é comemorado pela empresa, já que foram fechados contratos com pelo menos seis países.

Fonte: DCI

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