QUA, 11 de out / 2017

Presidente da CNM/CUT recebe representantes LGBT e da Juventude

Crédito: CNM/CUT
Coletivo LGBT do PT/SP em reunião com Paulo Cayres
Bel Sá (ao centro) e Coletivo LGBT do PT/SP em reunião com Paulo Cayres

O presidente da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT (CNM/CUT), Paulo Cayres, recebeu nesta sexta-feira, na sede da entidade, em São Bernardo do Campo (SP), em dois encontros distintos, a secretária da Juventude da CUT Nacional, Edjane Rodrigues, e a secretária estadual do Coletivo Setorial LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) do PT/SP, Bel Sá.

O objetivo das reuniões é intensificar parcerias relativas às demandas da juventude e da população LGBT para impulsionar ações da CNM/CUT nos dois temas. “Em tempos de precarização de direitos trabalhistas – que atinge diretamente os jovens – e do crescimento da intolerância e da homofobia, a Confederação deve envolver sua direção e os sindicatos filiados nas lutas destes segmentos, abraçando as causas e contribuindo com a luta por uma sociedade que não discrimine nenhum cidadão”, assinalou Cayres ao final dos dois encontros.

Bel estava acompanhada por Karina Lopes, do Coletivo LGBT do PT/SP, e Rose Carlos, do Coletivo Setorial Sindical, e se colocou à disposição da Confederação para municiar a entidade sobre o tema.

Crédito: CNM/CUT
Paulo com Edineia
Ao centro, Edineia e Paulo Cayres

Já a secretária cutista – que estava com dois assessores da pasta (Larissa e Adriano) – informou Cayres sobre a pauta que a central está trabalhando para o segmento da juventude trabalhadora.

O presidente da CNM/CUT contou que, entre os próximos dias 18 e 20, haverá o encontro dos cinco Coletivos Nacionais dos Metalúrgicos e que assuntos como a “absurda pauta da cura gay” serão debatidos pelos sindicalistas que integram estes fóruns da categoria (Mulheres, Igualdade Racial, Juventude, Saúde e Formação).  “No primeiro dia, os cinco coletivos têm pauta única e vão discutir um importante assunto para qualificar a atuação dos sindicalistas não apenas nas fábricas, mas também na sociedade: a fé e a política. E é dentro deste espectro que o tema LGBT se enquadra, porque são as religiões mais retrógradas e suas bancadas no Congresso que estão ajudando a disseminar este clima de intolerância, homofobia e retrocesso no Brasil”, afirmou.

Cayres também anunciou que nesta atividade será criado o Coletivo LGBT da CNM/CUT para contribuir com a luta por respeito e igualdade, independente de etnia, credo, gênero e orientação sexual. “A decisão de criar este Coletivo foi tomada no último seminário de planejamento da Confederação, realizado na última semana, e atende uma das resoluções do Congresso Nacional da categoria, realizado em 2015”, disse.

(Fonte: Assessoria de Imprensa da CNM/CUT)

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