SEG, 02 de fev / 2015

Recalls atingem 124% mais veículos em 2014

O número de veículos que passaram por recall em 2014 cresceu 124% em relação a 2013. No ano passado, mais de 1,5 milhão foram convocados para o conserto de defeitos. Em 2013, foram 676 mil. Segundo os dados do Procon-SP, esse é o maior número desde que o órgão começou a contabilizá-lo, em 2002.

O número de campanhas de recall também foi o maior no período: 95. O aumento em relação a 2013 (73) foi de 30%.  

Entre as montadoras, Chevrolet, Ford, Land Rover, BMW e Toyota foram as líderes no ranking de recalls em 2014.

A Chevrolet teve 17 campanhas de recall no ano passado. Em 2013, foram apenas seis. A Ford, que ficou em segundo lugar, convocou em 2014 o chamamento dos carros do modelo Novo Ka dias após seu lançamento nas concessionárias brasileiras.

Segundo Sonia Amaro, supervisora institucional do Proteste, de defesa ao consumidor, o aumento também deve-se a pressão dos órgãos de defesa pela transparência das empresas. "Antigamente, havia o que chamamos de 'recall branco': as empresas convocavam os consumidores para a troca de peças, mas isso não era divulgado oficialmente. Isso caracterizava o descumprimento ao Código de Defesa do Consumidor", explica.

Para William Maluf, professor de engenharia mecânica do Centro Universitário da FEI, o desenvolvimento acelerado de produtos também é um fator que contribui para as falhas. "As empresas se preocupam demais em lançar produtos com inovações tecnológicas, mas nem sempre dominam essa tecnologia. Os testes custam tempo e dinheiro, mas esse desenvolvimento acelerado pode ter um custo final muito maior com a reposição de peças, a logística do recall e o valor intangível que é arranhar a marca da empresa", afirma.

Crise global da Takata chegou ao Brasil em 2014

Das 95 campanhas de recall realizadas no Brasil ano passado, 16 foram convocadas por problemas no sistema de airbag, que afetaram 251.230 veículos. Em seguida, aparecem os problemas no sistema elétrico e no motor.

Até dezembro de 2014, o defeito na abertura de airbags fabricados pela empresa japonesa Takata, revelado em 2013, foi ligado a quatro mortes e pelo menos 139 feridos nos Estados Unidos, de acordo com relatórios do governo, processos judiciais e revelações das fabricantes de veículos.

A companhia fornece o item para grandes montadoras em todo o mundo, inclusive no Brasil. Honda, Nissan e Toyota convocaram unidades vendidas no País para recall. Pelo menos sete campanhas de recall referem-se ao problema no Brasil.

Segundo a Takata, o problema no sistema de airbag deve-se a possível ruptura da estrutura do inflador das bolsas em casos de acidentes, que pode projetar fragmentos de metal e plástico contra os passageiros. Em situações extremas, isso pode causar ferimentos graves ou fatais aos ocupantes.

Já em relação ao sistema elétrico, o principal problema fooi na GM, referente a posição do modelo da chava de ignição em alguns carros. Com o possível contato com o joelho do motorista, poderia ocorrer o giro da chave no sentido anti-horário, causando o desligamento do veículo e uma parada repentina.  

(Fonte: Portal iG)

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