SEX, 19 de jan / 2018

Toyota estuda adotar terceiro turno com avanço na América Latina

Com 419 mil veículos entregues aos clientes em países da América Latina e Caribe (com exceção do México), em 2017 a Toyota registrou aumento de 7% nas vendas da região sobre o ano anterior – o Brasil foi de longe o maior consumidor, com quase 190 mil unidades (45% do total), mas a expansão de 5,3% foi pouco menor do que a média regional. Atrás dos brasileiros vêm os argentinos, que compraram 92 mil carros e picapes Toyota no ano passado, um significativo avanço de 13%. A participação de mercado na porção sul do continente americano, que antes da criação da divisão latino-americana há quatro anos era de apenas 4,3%, subiu para 10% (8,7% no Brasil). “É a região que vende o menor volume, mas no ano passado contribuímos com 17% do crescimento global da companhia”, comemorou Steve St. Angelo, CEO da companhia na América Latina, em encontro com jornalistas durante o Salão de Detroit, na sua cidade natal nos Estados Unidos.

O executivo afirma que está “contente” com o espaço já conquistado, mas reconhece que será difícil sustentar a posição sem aumentar a produção das quatro fábricas, duas no Brasil, uma na Argentina e outra na Venezuela. “Já estudamos a possibilidade de adotar o terceiro em algumas”, revela. St. Angelo admite que uma das plantas candidatas a operar 24 horas é a fábrica de Sorocaba, onde hoje são produzidos Etios hatch e sedã e que deve receber o Yaris até o fim do ano.

“Sempre estivemos longe do terceiro turno porque é algo que traz riscos, o mercado pode cair e se isso acontece ficamos com excedente de pessoal. Temos por política evitar demissões, não demitimos nos últimos anos”, explica. “Por outro lado, o terceiro turno é uma solução rápida e bem mais barata do que fazer outra fábrica, pode servir para o atual momento em que precisamos de mais produção. Por isso estamos estudando as possibilidades”, pondera.

Novo Oferta SUV

Para o executivo, a criação da divisão regional foi fundamental para o bom desempenho da Toyota nos últimos anos na América Latina. “Ganhamos independência e mais voz no Japão. Sabemos o que os clientes querem porque eles nos dizem, assim acertamos mais”, afirma. Nesse sentido, ainda falta à marca uma oferta mais acessível no segmento de SUVs, o que mais cresce na região. “Estudamos o caso e decidimos que ainda não é hora de trazer o C-HR. No momento vamos endereçar essa questão com o reposicionamento de preço do RAV4”, diz.

Esta semana a Toyota anunciou que a partir de maio começará a importar para o Brasil uma nova versão de entrada do RAV 4, com tração 4x2, motor 2.0 e câmbio automático CVT, que chegará ao País por R$ 130 mil ou R$ 140 mil na opção Top, que agrega mais equipamentos mas mantém a tração simples. Nessa faixa, deverá competir com utilitários esportivos médios, como o Jeep Compass – líder do segmento no mercado brasileiro em 2017. O RAV4 foi o SUV mais vendido no mundo em 2017, cerca de 800 mil unidades – ou quase o dobro do que a Toyota vendeu na América Latina no mesmo período.

(Fonte: Automotive Business)

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TER, 07 de jul / 2020

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Por José Roberto Nogueira da Silva, o Bigodinho Coordenador do Segmento Automotivo da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT (CNM/CUT)

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