SEX, 25 de ago / 2017

Gerdau: crescem ações internacionais de solidariedade a trabalhadores de Ouro Branco (MG)

Crédito: Divulgação
Protesto dos metalúrgicos na Gerdau da República Dominicana
Protesto dos metalúrgicos na Gerdau da República Dominicana

Metalúrgicos dos Estados Unidos, Canadá, Colômbia e República Dominicana se somaram aos trabalhadores brasileiros e promoveram ações de protesto contra a falta de segurança na usina da Gerdau de Ouro Branco (MG), onde no último dia 15 dois trabalhadores morreram em explosão na coqueria 2 e outros 10 ficaram feridos. Foi o terceiro acidente com vítimas fatais em nove meses, com um saldo de sete mortes no total.

A IndustriALL Global Union – federação mundial dos trabalhadores da indústria – enviou documento oficial à Associação Latino-Americana do Aço solicitando reunião para discutir a adoção de um acordo marco internacional com as indústrias siderúrgicas que garanta condições de trabalho seguras e saudáveis nas empresas do setor em todo o continente. O pedido é assinado por Valter Sanches, secretário geral da IndustriALL, entidade que representa mais de 50 milhões de trabalhadores em 140 países. A associação empresarial acusou o recebimento do documento e informou que na próxima semana dará o retorno sobre o pedido.

Protestos

 

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Boletim distribuído nas plantas dos EUA e Canadá
Boletim distribuído nas plantas dos EUA e Canadá

O sindicato dos trabalhadores em siderurgia dos EUA e Canadá – United Steel Workers (USW) – distribuiu um boletim informativo nas plantas da Gerdau dos dois países, informando os trabalhadores sobre a situação de Ouro Branco e expressando sua solidariedade aos metalúrgicos daquela unidade (imagem acima).

Já na República Dominicana (imagem no alto) e na Colômbia, os trabalhadores protestaram exibindo cartazes questionando “Quantas Mortes Mais? Quantos Acidentes Mais?”, aderindo à campanha sugerida pelo Comitê Mundial dos Trabalhadores na Gerdau.

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Na Colômbia, protesto com cartazes no chão da fábrica
Na Colômbia, protesto com cartazes no interior da fábrica

Esta semana, no Brasil, houve protestos nas plantas de Sapucaia do Sul, no Rio Grande do Sul (leia aqui), e em Araçariguama, no interior de São Paulo (leia aqui).

O coordenador do Comitê Mundial dos Trabalhadores na Gerdau, Loricardo de Oliveira, avalia que ações como estas são fundamentais para unificar a luta por condições dignas de trabalho. “É inadmissível que trabalhadores continuem pagando com suas vidas pela ganância empresarial por lucros. Por isso, apoiamos a iniciativa da IndustriALL em estabelecer um grande acordo latino-americano com o setor”, destaca Loricardo, que também é secretário geral da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT (CNM/CUT).

Sonegação e fraude fiscal
Vale lembrar que a Gerdau é uma das empresas investigadas na Operação Zelotes, que apura fraudes fiscais. Diante disso, a família Gerdau deixou o comando da empresa (leia aqui) e que três executivos da companhia foram denunciados pela Procuradoria da República do Distrito Federal (leia aqui).

(Fonte: Assessoria de Imprensa da CNM/CUT)
 

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